* Carlos Alberto Montaner é jornalista e escritor de origem cubana. Estima-se que sua coluna publicada numa cadeia de jornais é lida por seis milhões de pessoas. Suas opiniões fazem temer políticos na Espanha e na América Latina. Mantém-se numa posição como um dos mais respeitados jornalistas das Américas
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
O Tigre Semita
* Carlos Alberto Montaner é jornalista e escritor de origem cubana. Estima-se que sua coluna publicada numa cadeia de jornais é lida por seis milhões de pessoas. Suas opiniões fazem temer políticos na Espanha e na América Latina. Mantém-se numa posição como um dos mais respeitados jornalistas das Américas
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Pretexto Fundamental//levante islamico
Pretexto Fundamental//levante islamico
sábado, 28 de abril de 2012
Onde estão os cristãos?
domingo, 21 de agosto de 2011
Jerusalém e o Estado Palestino
Jerusalém e o Estado Palestino
Humberto Viana Guimarães
No que se refere à cidade de Jerusalém temos que ser realistas: ela jamais foi a capital de qualquer nação árabe. A sede do califado mulçumano sempre foi Bagdá, e as rotas do comércio sempre passavam pelo Cairo e em Damasco. A Jordânia invadiu e ocupou Jerusalém Oriental – 1948-1967 –, dividindo a cidade pela primeira vez, desde a sua criação, sendo o único período, desde os tempos bíblicos, em que não houve presença judaica nessa parte da cidade.
A Jordânia não só expulsou os judeus como proibiu que eles orassem em seus lugares sagrados, além de criar sérias restrições de acesso aos cristãos. Para tal, o governo jordaniano separou os dois setores da cidade com cercas de arame farpado e campos minados, para assim controlar a entrada daqueles que não fossem árabes e mulçumanos. Cometeu todo tipo de arbitrariedade para fazer desaparecer qualquer vestígio da milenar presença judaica na cidade: destruiu várias sinagogas (algumas viraram estábulos) e profanou o milenar cemitério judeu do Monte das Oliveiras, para que ali passasse uma estrada. Suas lápides foram utilizadas na pavimentação e em latrinas.
Uma verdadeira violência, pois a Resolução 181 da ONU previa o livre acesso e trânsito de todas as nacionalidades, sem distinção de credo. Nem nos mais remotos tempos foram cometidas tais arbitrariedades. Mesmo depois da retomada de Jerusalém, em 1187, pelo sultão curdo Salah ad-D?n Yusuf ibn Ayyub (Saladino), e no período do império otomano que durou mais de seis séculos (até 1917), nunca havia sido cerceada a liberdade religiosa das três maiores religiões monoteistas.
Que as autoridades do Estado Palestino procedam como o governo de Israel que, como país democrático, após a reconquista da parte oriental de Jerusalém em 1967, deu plena e total liberdade religiosa e acesso, sem qualquer tipo de restrições, aos lugares sagrados dos cristãos, judeus e muçulmanos. Todos circulam livremente.
Curiosa, portanto, essa intransigente exigência da Autoridade Nacional Palestina em ter a capital do Estado Palestino na parte Oriental de Jerusalém.
Pergunto: estarão de fato, Mahmoud Abbas, comandante do Fatah e presidente da Autoridade Nacional Palestina,Khaled Meshaal, do Hamas (antes dos conflitos na Síria, vivia nababescamente em Damasco — como nunca quis enfrentar a batalha, “se mandou” para Doha, no Catar, a milhares de quilômetros de Gaza, e Ismail Haniyeh, seu porta-voz, que se vire!) e Sayyid Hassan Nasrallah, do Hezbollah, dispostos a uma paz definitiva com Israel? Dá para acreditar nas promessas do Hezbollah, que é financiado pelo Irã, cujo presidente, Mahmoud Ahmadinejad, nega a existência do Holocausto e prega abertamente a destruição de Israel? E o que dizer do Hamas, que, após a morte de Bin Laden, fez uma declaração considerando o saudita com um “santo guerreiro árabe”?
O primeiro gesto de boa vontade por parte dos palestinos é reconhecer o Estado de Israel. Como disse Benjamin Netanyahu em seu discurso no Congresso americano em 24/05: “Eu aceito o Estado Palestino. É hora de o presidente Abbas conclamar o seu povo e dizer ‘Eu aceitarei o Estado judeu’”.
Na Sura Al-Baqarah 2,143, do Corão (Al-Karim al-Qur’an), está escrito: “E, assim, fizemos de vós uma comunidade mediana, para que sejais testemunhas dos homens e para que o Mensageiro seja testemunha de vós”. De acordo com a tradução do Corão elaborada pelo eminente professor de estudos árabes e islâmicos da Universidade de São Paulo (USP) Helmi Mohamed Ibrahim Nasr – uma das maiores autoridades mundiais no assunto –, com a colaboração da Liga Islâmica Mundial impressa no Complexo do Rei Fahad, Arábia Saudita, a palavra “mediana é tradução do vocábulo árabe ‘wasat’, e indica que a nação árabe deve estar isenta de extremismo, em todos os aspectos, uma vez que, segundo a máxima árabe, o que é melhor está no meio, aliás, essa ideia coincide com a máxima latina ‘in medio stat virtus’”.
Que os palestinos sigam os ensinamentos do Profeta (sallAllahou alayhi wasallam, que a bênção e a paz de Deus estejam com ele).
*Humberto Viana Guimarães é engenheiro civil, consultor e pesquisador da História do Oriente Médio
extraído do blog "Noticias da Rua Judaica" - Agosto/2011
sábado, 11 de junho de 2011
Um conto de duas cidades: Istambul versus Jerusalém

Texto extraído do blog “Noticias da Rua Judaica” (http://www.ruajudaica.com/) , muito interessante sobre a polemica trazida a tona recentemente. Só pela introdução histórica já vale a pena, depois sua conclusão sábia.
Reflitam sobre a pergunta feita pelo autor no final do artigo. Segue ...
verdade sobre as fronteiras de 1967![]()
Um conto de duas cidades: Istambul versus Jerusalém
Burak BEKD?L
Recentemente, tem havido muitas conversações sobre um retorno às fronteiras árabes e israelenses de 1967, incluindo uma nota fluida dita pelo presidente Barack Obama. A primeira parte desta mini-série vai visitar Jerusalém em 1967, e retornar para Istambul em 2011. Em primeiro lugar uma anatomia cronológica dos eventos que conduziram para a Guerra dos Seis Dias em 1967, e como a guerra foi travada:





domingo, 20 de junho de 2010
Sonho Sionista
Yossi Lapid" |
sábado, 19 de junho de 2010
O antissemitismo é novamente politicamente correto
| O antissemitismo é novamente politicamente correto A flotilha de Gaza foi uma peça de teatro islâmica perfeita, revelando um antigo ódio europeu. Por: Leon de Winter* É um fenômeno fascinante: Por que as pessoas e organizações que se apresentam como progressistas se unem a muçulmanos reacionários? O grupo “Free Gaza” se mostra apenas como uma aliança de esquerda islâmica. Bem, Gaza já está livre. Israel retirou-se da estreita faixa há cinco anos. E também não há necessidade de qualquer ajuda humanitária. Mais de um milhão de toneladas de suprimentos humanitários entrou em Gaza proveniente de Israel nos últimos 18 meses, o equivalente a quase uma tonelada de ajuda para cada homem, mulher e criança na região. Mas a população de Gaza votou em eleições democráticas para serem governados por um partido cujo ódio aos judeus é a pedra fundamental da sua existência. Qualquer um que duvide disso deve ler o manifesto do Hamas na Internet. O fato de que Gaza está completamente "livre de judeus" não é suficiente para o Hamas. Eles querem que Israel também seja "livre de judeus". O bloqueio de Israel para "produtos estratégicos" não foi concebido para punir o povo palestino, mas para impedir o Hamas de obter armas pesadas e construir abrigos subterrâneos. Uma idéia simples de entender. Por exemplo, ao contrário de Gaza, a Chechênia não é livre. Os russos esmagaram a luta pela independência dos chechenos com o bombardeamento intensivo de sua capital. E o que dizer de um estado curdo? Os turcos e iraquianos infligiram horrores inimagináveis contra os curdos. No entanto, apesar disso, não há a “Flotilha Livre do Curdistão” indo em direção a Turquia, e as autoridades russas não têm medo de serem presas em capitais européias por crimes de guerra. Aqui estão mais alguns fatos. Vamos observar a taxa de mortalidade infantil em Gaza. Este é um número chave, que diz muito sobre as condições de higiene, nutrição e cuidados com a saúde. Em Israel, a taxa de mortalidade infantil é de 4,17 por 1.000 nascimentos, o que é aproximadamente o mesmo que nos países ocidentais. No Sudão a taxa é de 78,1, ou seja, uma em cada 13 crianças morrem ao nascer. Em Gaza, a mortalidade infantil, por 1.000 nascimentos é 17,71. Sim, este número é maior do que em Israel, mas muito menor do que no Sudão. E a taxa de mortalidade infantil da Turquia? Bem, isso é 24,84. Sim, mais crianças morrem ao nascer na Turquia do que em Gaza. Aqui está outro fato. A expectativa de vida é 73,68 anos em Gaza. E na Turquia, novo protetor de Gaza, a expectativa de vida é de apenas 72,23 anos. Se os israelenses realmente queriam tornar a vida dos palestinos curta e desagradável, então eles estão obviamente fazendo algo errado. Os progressistas não ligam para qualquer outro grupo de muçulmanos pobres ou oprimidos. Eles só clamam pelas "vítimas" dos judeus. Por que isso acontece? Uma das razões é Yasser Arafat, cujo gênio foi redefinir a causa palestina na retórica neo-marxista e antiimperialista. Ele criou um novo contexto para o seu povo: a luta contra o colonialismo e o racismo. Ele era um líder corrupto clássico com um talento incrível para jogar com a mídia e os políticos ocidentais. Os progressistas adotaram os palestinos como seus favoritos, a vítima quintessência do imperialismo e do colonialismo, como resumido pelo estado sionista. Mas há outra razão pela qual os progressistas ocidentais odeiam Israel, mas são indiferentes para as violações dos direitos humanos na Turquia, Irã ou Rússia. Isto por causa do Holocausto. Os europeus, que representam muito do que vai para a opinião pública mundial, se cansaram de carregar a culpa pela destruição dos judeus do continente. Eles começaram a sonhar com alguma forma de libertação histórica. Isso está vindo na forma de resposta militar de Israel aos ataques islâmicos e terroristas. Os europeus não poderiam perder a oportunidade de difamar os judeus e redefinir as medidas de defesa de Israel como “desproporcional” ou total agressão - em outras palavras, crimes de guerra. Na visão dos progressistas europeus, o conflito Israel-Palestina tornou-se um conflito sem comparação, um fenômeno único de vítimas européias gerando vítimas palestinas, que parecia diminuir o peso dos europeus sobre o massacre do povo judeu. Assistindo a demonização de Israel, o ataque ao seu direito de defesa, como disse o primeiro-ministro Benyamin Netanyahu, torna-se claro que existe uma necessidade profunda entre os europeus em chamar os judeus de assassinos. É por isso que os palestinos, como "vítimas" dos judeus, são mais importantes que as numerosas vítimas muçulmanas dos extremistas também muçulmanos. É por isso que milhões de outros muçulmanos que vivem em piores condições do que os palestinos dificilmente recebem qualquer menção na mídia. É por isso que Gaza é comparada com o Gueto de Varsóvia e Auschwitz. Ao chamar os israelenses de nazistas, os verdadeiros nazistas foram legitimados. É como se os europeus, liderados pelos progressistas, desejassem que os árabes terminassem o trabalho. Chega com os judeus. Isto é o que é: A libertação da Europa do legado do Holocausto. Por décadas, os nossos progressistas, ativistas pacifistas ocidentais, foram enganados e manipulados por árabes tiranos e agora por turcos e iranianos islamitas. Eles estão ajudando nos esforços para destruir um dos maiores sucessos dos tempos modernos: a criação do Estado de Israel. O que temos assistido com a frota de Gaza é a execução perfeita de uma obra magistral de teatro islâmico. A indignação selvagem da mídia, um orgasmo de hipocrisia, marca o próximo capítulo da longa história do ódio dos europeus contra os judeus. É politicamente correto, novamente, ser um antissemita. *Leon de Winter é um romancista holandês. Seu último livro é "O Direito de Retorno" (2008). |